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13/07/2013

07/04/2009

Ninja Turtles II

(Continuação) Ninja Turtles I

A ideia era boa, e funcionava, foi então que apareceram à venda as Tartarugas Ninja e os meus avós ofereceram-nos duas.
Como ainda não tínhamos visto os desenhos animados, não sabíamos do que se tratava, mas ao ler o verso da embalagem e ao dar com um artigo na revista Nova Gente, o espírito de colecção começou a crescer.

Queríamos começar pelas quatro tartarugas e depois logo se via como ia continuar.
Mas encontrar os ditas foi muito difícil, acabámos por, dos bonecos que gostávamos, só conseguir comprar as quatro tartarugas e o mestre delas.

Esse desaire fez-me perceber que não iríamos conseguir ter uma colecção completa comprando os bonecos em Portugal.

Como qualquer fã de séries de Banda Desenhada sabe, a Portugal quase nunca chegam Action Figures em quantidades nem variedades decentes, é sempre necessário recorrer à importação do país de origem, mas com 12 anos e oriundo de uma família da classe média baixa, essa não era uma tarefa fácil, pois nem os meus amigos mais ricos (e tive muitos mas não lhes chamaria "amigos") o conseguiam.

E essa problemática da infância não era tida em conta por pais de nenhum estrato social.

Artigo da Revista Nova Gente
Foi assim que começou "à séria" a colecção de brinquedos que tenho vindo a mostrar através deste Blog.

No blog, ainda em construção Ninja Turtles Forever irei contar a linha de argumento que incluí as TMNT e outras figuras, que irá continuar a história começada em Grayskull Quest.

Além destes três principais grupos, MOTU, TMNT e TF, outros brinquedos foram sendo adquiridos, pelo que novas Notícias irão falar deles, desde os mais desconhecidos como os MONTAMAN, os ARGAMBOYS ou Trash Bag Bunch e como os mais conhecidos Ghostbusters, SAINT SEIYA, Biker Mice from Mars, Gi-Joe e muitos outros que embora não fossem os nossos preferidos, de uma forma ou outra vieram incluir o grupo.

06/04/2009

Brinquedos modificados e personalizados

Quem gosta de brinquedos, não me refiro só aos coleccionadores, sabe que melhor que o brinquedo que compra é o brinquedo que personaliza.

Desde acessórios, roupas, equipamentos, "playsets", e mesmo alterações estruturais no brinquedo, todas as modificações são feitas para aproximar o brinquedo do seu possuidor.
Modificar brinquedos é torná-los únicos... pessoais, por isso lhes chamo personalizados.

As minhas personalizações preferidas:


Nos nossos brinquedos, na maioria dos casos as personalizações ocorreram devido a tentativas de concerto de incidentes, que ora os partiam, ora faziam desaparecer acessórios.

Mais recentemente, como por exemplo no caso dos MOTU, essas personalizações aconteceram para melhor enquadrar cada personagem na história de que fazem parte.

Exemplos de modificações para enriquecer a personagem:




Exemplo de modificação para reparar estragos (quebra e perda de acessórios e componentes):




Em próximos posts irei analisar algumas dessas personalizações, podem ser encontrados através da etiqueta "Personalizados"

02/04/2009

Ninja Turtles I

Quando terminei o post de "Notícias" sobre os Masters of the Universe tinha chegado ao fim da década de 80 e sugeri o que se passou na de 90.

Ainda em 89 começou a ganhar forma a "saga" de encarar a compra de certo tipo de brinquedos, na sua maioria Action Figures de desenhos animados, como uma colecção, por isso a compra de um ou outro personagem apenas por comprar, não fazia para nós sentido, era preferível concentrar esforços para ter o máximo de figuras de uma marca ou que fizessem sentido para a nossa brincadeira e assim ter os personagens que gostávamos realmente e poder repetir o que víamos na televisão.

Mas como crianças que éramos, só pensávamos no que gostaríamos de ter, não no que teríamos que fazer para o obter.
O dinheiro era o factor que faltava ter em conta... ou melhor, o custo.
Pior, o tempo também era um factor, pois não sabíamos durante quanto tempo os bonecos pretendidos estariam à venda nas lojas...

O preço desse tipo de brinquedos era relativamente elevado, pois era equivalente ao pago por uma hora de trabalho na altura (e também nos dias de hoje o que é frustrante).

Para um adulto poderia ser pouco, pois se quisessem ter quatro figuras, com uma manhã de trabalho era possível, mas para crianças que não vê rendimentos, do seu trabalho árduo a ser criança, uma manhã de escola não chegava, era preciso um ano inteiro de bom comportamento para no Natal receber uma prenda que custava a um adulto uma hora de bom comportamento...

Bom, não é bem assim... mas do ponto de vista de uma criança, inteligente, como nós éramos, com aquele tipo de inteligência de quem sabe pouco mas acha que sabe muito, porque não sabe que há mais para saber... aquilo parecia injusto.

Decidimos valorizar o nosso trabalho (na altura foi ideia minha, o meu irmão ainda só tinha 4 anos), ou seja, preparámos um bom argumento para apresentar aos familiares e pedir que:
  • nos dessem mais presentes em dinheiro,
  • que esse valor não fosse inferior ao preço de meio boneco,
(na realidade o mínimo tolerado eram 500$00 (escudos), menos que isso fazíamos cara de "só? mas que mal é que fiz? portei-me tão bem!!!") e por fim;
  • que o pudéssemos gastar no que queríamos.


O argumento era: Tivemos excelentes notas na escola, somos muito bem comportados (e era verdade) e estamos a juntar dinheiro para comprar "o que fosse", por isso em vez de "amêndoas, doces, brinquedos, prendas em geral - mas adaptado à ocasião", pode ajudar-nos dando a prenda em dinheiro?

Funcionava... e acabavam sempre por dar mais valor em dinheiro do que estávamos à espera.
Foi assim que consegui juntar parte do valor para comprar uma bicicleta BMX... muito fixe!

Bom, mas é importante referir que não existia nesta atitude qualquer intenção "maldosa", até era encorajada pela minha avó e pela minha mãe, pois estávamos a lutar pelo que queríamos, a fazer valer o nosso esforço na escola e em casa, ainda a aprender a juntar e poupar dinheiro, para um objectivo. E além disso, assim não recebíamos prendas indesejadas (roupa, jogos chatos, bolas, aquelas coisas que se dão aos putos...).

(Continua)
Ninja Turtles II

26/01/2009

Legoland - Os nossos Lego

Grande controvérsia, trouxe esta marca de blocos de construção, para o seio da minha relação com o meu irmão David.
Eu queria manter a montagem dos brinquedos como vinha nas instruções, e ele, queria desmanchá-los para fazer construções novas.

Eu até nem me opunha a criar novas combinações para as peças, mas em 89 o rapaz tinha 4 anos e cada vez que brincávamos com eles perdíamos, invariavelmente, algumas peças e acabávamos quase à porrada.

Por isso sempre quis demarcar bem quais eram os meus Lego dos dele, pelo que a Catalogação Lego está dividida em dois, os do David e os meus.

Muita horas de brincadeiras fizeram desta colecção a mais desfalcada. Faltam peças e a maior parte das que existem estão danificadas, devido a isso decidi usar imagens das caixas para os representar, em vez de fotos originais.

O mais antigo c. 1984.

Como outros brinquedos partilhados entre irmãos, também estes protagonizaram incidentes. O mais "memorável", foi protagonizado pelo meu irmão. Eu tinha ido passar 5 dias a casa dos nossos avós e ele ficou senhor do nosso quarto, com tudo o que este incluía, entre esse todo estavam os Lego.

Quando regressei ele tinha desmontado e misturado todas as peças, foi briga de 15 dias de amuo.

Nunca mais encontrei muitas das peças dos meus Lego, aos quais ele dera especial atenção, pois com 5 anos ele nunca os tinha desmontado sem a minha assistência, mas naquela semana foi a desforra.

Como se costuma dizer "Patrão fora, dia santo na loja".

01/04/2008

Masters of the Universe

Um dos meus primeiros brinquedos, conscientemente escolhido e "adorado" foi o ícone dos brinquedos da década de 80, em 1983 pelo Natal, recebi o Wind Raider juntamente com o He-Man dos Masters of the Universe.

Não brincava somente com ele, criava um mundo de histórias, ao qual iriam ser adicionados personagens, a cada novo brinquedo que recebia.

Vários bonecos com altura e estrutura parecidos, eram logo introduzidos, como amigos ou inimigos, dependendo do aspecto ou da personagem que se tratava.

Um Vicking laranja, seu arqui-inimigo, no universo por mim criado, seria o primeiro introduzido, seguido de pequenas personagens que entretanto, para maior coerência, foram definitivamente eliminadas e esquecidas do fio condutor da história.

Num outro Natal no fim dos 80, que não sei precisar o ano, o meu irmão recebeu um boneco do Rambo e eu um do Coronel Samuel Troutman, que um par de anos mais tarde, foram protagonistas de um "incidente" (no qual ficariamos sem o Rambo e com o Coronel para sempre desfigurado), que abalou toda a estrutura daqueles personagens.
A partir daí foi recriado todo o argumento da história.

Nesse Natal receberíamos ainda uma boneca, parecida com a Teela, de outro fabricante e de outra linha de brinquedos, mas que imediatamente ficou como "protegida", e única utilizadora do Wind Raider, nunca mais se separando dele.

Vários brinquedos, como peluches e afins, foram aproveitados para fazer de montada, tanto para Vicking como para He-Man, nunca sendo realmente satisfatórios.

Os mais memoráveis foram dois mamíferos carnívoros gigantes (cães de peluche), White Fang (mau) e Claws (bom), que He-Man encontra ao viajar para um mundo selvagem de grandes contrastes, metade gélido, metade floresta tropical, numa outra dimensão por um portal (os portais foram sempre uma grande ajuda para explicar as introduções de personagens).


A recriação dessas histórias será contada no blog Grayskull Quest, numa versão revista e reestruturada para ter uma verdadeira coerência.

E claro, como em Cybertron Alliance (recriação das histórias dos meus Transformers), o argumento principal será respeitado, assim como a ordem pela qual irão ser introduzidas as personagens.

Nos primeiros anos da década de 90, novas vagas de brinquedos, em voga na altura, adquiridos já com uma noção de colecção, enriqueceram a história e levaram-na por caminhos inesperados.
Essa nova linha de argumento terá também um blog a ela dedicado mas isso será tema para outra altura.

Como diz a canção "Recordar é Viver", e para mim é sempre um prazer reviver a minha infância com o meu irmão.

14/08/2006

Cybertron Alliance (Transformers Tale)

Em breve irei iniciar uma recriação das histórias passadas com meus Transformers, durante a década de 90.
Essas histórias passam-se em Moon One (Lua Um) de Cybertron, num ambiente de pós guerra, depois da Batalha Final, que marca o fim do conflicto entre Decepticons e Autobots.
Seguirei uma linha semelhante ao Comic G2, brutal, sangrenta e inquietante.
Os poucos Cybertrons que sobreviveram, criam a Cybertron Alliance, pouco mais de cem, são liderados por um ex-Autobot, Skygarry, a braços com uma grande falta de recursos.
Todos vivem em paz, tendo esquecido milénios de guerra. Mas a escasses de Energon pode leva-los a dividirem-se outra vez, mas já nada é como dantes, a luta antes era pelo poder, agora é pela sobrevivência.
Estranhas alianças, grandes traições, muita política e lutas épicas.
O regresso da Guerra de Cybertron.

P.S. Já pode ser lido em Cybertron Alliance.

Adivinha quem voltou, oho... oho...

A minha última compra no e-Bay, em breve, fotos...

07/05/2005

1º Post

Este Blog é dedicado aos brinquedos com que o meu irmão e eu brincámos nos anos 80 e 90. Transformers, Masters of the Universe, Teenage Mutant Ninja Turtles, e outros...