26/01/2009

Legoland - Paulo








Legoland - Os nossos Lego

Grande controvérsia, trouxe esta marca de blocos de construção, para o seio da minha relação com o meu irmão David.
Eu queria manter a montagem dos brinquedos como vinha nas instruções, e ele, queria desmanchá-los para fazer construções novas.

Eu até nem me opunha a criar novas combinações para as peças, mas em 89 o rapaz tinha 4 anos e cada vez que brincávamos com eles perdíamos, invariavelmente, algumas peças e acabávamos quase à porrada.

Por isso sempre quis demarcar bem quais eram os meus Lego dos dele, pelo que a Catalogação Lego está dividida em dois, os do David e os meus.

Muita horas de brincadeiras fizeram desta colecção a mais desfalcada. Faltam peças e a maior parte das que existem estão danificadas, devido a isso decidi usar imagens das caixas para os representar, em vez de fotos originais.

O mais antigo c. 1984.

Como outros brinquedos partilhados entre irmãos, também estes protagonizaram incidentes. O mais "memorável", foi protagonizado pelo meu irmão. Eu tinha ido passar 5 dias a casa dos nossos avós e ele ficou senhor do nosso quarto, com tudo o que este incluía, entre esse todo estavam os Lego.

Quando regressei ele tinha desmontado e misturado todas as peças, foi briga de 15 dias de amuo.

Nunca mais encontrei muitas das peças dos meus Lego, aos quais ele dera especial atenção, pois com 5 anos ele nunca os tinha desmontado sem a minha assistência, mas naquela semana foi a desforra.

Como se costuma dizer "Patrão fora, dia santo na loja".

01/04/2008

Masters of the Universe

Um dos meus primeiros brinquedos, conscientemente escolhido e "adorado" foi o ícone dos brinquedos da década de 80, em 1983 pelo Natal, recebi o Wind Raider juntamente com o He-Man dos Masters of the Universe.

Não brincava somente com ele, criava um mundo de histórias, ao qual iriam ser adicionados personagens, a cada novo brinquedo que recebia.

Vários bonecos com altura e estrutura parecidos, eram logo introduzidos, como amigos ou inimigos, dependendo do aspecto ou da personagem que se tratava.

Um Vicking laranja, seu arqui-inimigo, no universo por mim criado, seria o primeiro introduzido, seguido de pequenas personagens que entretanto, para maior coerência, foram definitivamente eliminadas e esquecidas do fio condutor da história.

Num outro Natal no fim dos 80, que não sei precisar o ano, o meu irmão recebeu um boneco do Rambo e eu um do Coronel Samuel Troutman, que um par de anos mais tarde, foram protagonistas de um "incidente" (no qual ficariamos sem o Rambo e com o Coronel para sempre desfigurado), que abalou toda a estrutura daqueles personagens.
A partir daí foi recriado todo o argumento da história.

Nesse Natal receberíamos ainda uma boneca, parecida com a Teela, de outro fabricante e de outra linha de brinquedos, mas que imediatamente ficou como "protegida", e única utilizadora do Wind Raider, nunca mais se separando dele.

Vários brinquedos, como peluches e afins, foram aproveitados para fazer de montada, tanto para Vicking como para He-Man, nunca sendo realmente satisfatórios.

Os mais memoráveis foram dois mamíferos carnívoros gigantes (cães de peluche), White Fang (mau) e Claws (bom), que He-Man encontra ao viajar para um mundo selvagem de grandes contrastes, metade gélido, metade floresta tropical, numa outra dimensão por um portal (os portais foram sempre uma grande ajuda para explicar as introduções de personagens).


A recriação dessas histórias será contada no blog Grayskull Quest, numa versão revista e reestruturada para ter uma verdadeira coerência.

E claro, como em Cybertron Alliance (recriação das histórias dos meus Transformers), o argumento principal será respeitado, assim como a ordem pela qual irão ser introduzidas as personagens.

Nos primeiros anos da década de 90, novas vagas de brinquedos, em voga na altura, adquiridos já com uma noção de colecção, enriqueceram a história e levaram-na por caminhos inesperados.
Essa nova linha de argumento terá também um blog a ela dedicado mas isso será tema para outra altura.

Como diz a canção "Recordar é Viver", e para mim é sempre um prazer reviver a minha infância com o meu irmão.

20/01/2008

Toda a colecção de Transformers

Cybertron Alliance

Fileiras

Panorâmica da esquerda

Panorâmica da direita

Decepticons

Autobots


14/08/2006

Cybertron Alliance (Transformers Tale)

Em breve irei iniciar uma recriação das histórias passadas com meus Transformers, durante a década de 90.
Essas histórias passam-se em Moon One (Lua Um) de Cybertron, num ambiente de pós guerra, depois da Batalha Final, que marca o fim do conflicto entre Decepticons e Autobots.
Seguirei uma linha semelhante ao Comic G2, brutal, sangrenta e inquietante.
Os poucos Cybertrons que sobreviveram, criam a Cybertron Alliance, pouco mais de cem, são liderados por um ex-Autobot, Skygarry, a braços com uma grande falta de recursos.
Todos vivem em paz, tendo esquecido milénios de guerra. Mas a escasses de Energon pode leva-los a dividirem-se outra vez, mas já nada é como dantes, a luta antes era pelo poder, agora é pela sobrevivência.
Estranhas alianças, grandes traições, muita política e lutas épicas.
O regresso da Guerra de Cybertron.

P.S. Já pode ser lido em Cybertron Alliance.